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quarta-feira, 23 de maio de 2012

C. S. Lewis - As Melhores Orações

«Aquelas que nos parecem ser as nossas piores orações podem na realidade ser, aos olhos de Deus, as nossas melhores. Aquelas, quero dizer, que são menos apoiadas numa sentimentalidade devocional. Pois elas podem surgir de um nível mais profundo do que o sentimento. Deus às vezes parece falar-nos mais intimamente quando ele nos apanha, por assim dizer, desprevenidos.»
C. S. Lewis - "Letters to Malcolm (...)"


(texto original: «What seem our worst prayers may really be, in God's eyes, our best. Those, I mean, which are least supported by devotional feeling. For these may come from a deeper level than feeling. God sometimes seems to speak to us most intimately when he catches us, as it were, off our guard»)

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Søren Kierkegaard - O Sentido da Oração

«A oração não muda a Deus, mas muda aquele que a oferece. Passa-se o mesmo com a substância daquilo que é dito. Não Deus, mas você, aquele que faz a confissão, logra saber algo mediante o seu acto de confissão.»
Søren Kierkegaard - "Edifying Discourses (…)" 


(texto acedido: «The prayer does not change God, but it changes the one who offers it. It is the same with the substance of what is spoken. Not God, but you, the maker of the confession, get to know something by your act of confession»)

terça-feira, 15 de maio de 2012

Peter Kreeft - O Poder da Oração

«Eu suspeito fortemente que se víssemos toda a diferença que mesmo a mais ínfima das nossas orações a Deus faz, e todas as pessoas que essas pequenas orações poderiam afectar, e todas as consequências dessa influência ao longo dos séculos, nós ficaríamos de tal modo paralisados, com espanto perante o poder da oração, que seriamos incapazes de nos levantar dos nossos joelhos para o resto das nossas vidas.»
Peter Kreeft - "Angels and demons (...)"


(texto original: «I strongly suspect that if we saw all the difference even the tiniest of our prayers to God make, and all the people those little prayers were destined to affect, and all the consequences of those effects down through the centuries, we would be so paralyzed with awe at the power of prayer that we would be unable to get up off our knees for the rest of our lives»)